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DNJ 2010

Que beleza!!!!!!!!

Oi minha gente. O DNJ 2010, foi um momento particularmente rico na nossa paróquia. “Se a Juventude viesse a faltar. O rosto de Deus iria mudar” (jorge Trevisol)

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Publicado por em outubro 29, 2010 em Notícias

 

Um Evangelho ao sabor do dia-a-dia

Oi minha gente,
 
neste tempo de Quaresma, venho partilhar mais uma reflexão com vocês. Eu quero em primeiro momento avisar que foi escrita de modo rápido e sem grandes pretensões teológicas. Eu a coloquei aqui para valorizar uma forma da oração quaresmal verdadeira. Boa leitura e como sempre, aguardo as reações de vocês, viu…
 
Boa caminhada quaresmal…
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Um Evangelho ao sabor do dia-à-dia…

                Quarta-feira, dia 3 de março de 2010. São vinte e uma horas e trinta minutos. Acabei de chegar para a casa paroquial. Após a minha última obrigação pastoral do dia, me encontrei no silêncio do meu quarto para reorientar as atividades do meu amanha. (silêncio! Só pelo fato de que acabei de chegar, porque na verdade sempre gostei de uma música de fundo.) Foi então que deparei com a frase que é o título desta partilha. Estava escrita na primeira página da liturgia diária, como uma maneira de atrair a minha atenção.

                O Evangelho que estou falando é Aquele que o Diácono acabou de proclamar durante a Santa Missa na Comunidade Mãe de Deus da paróquia de Lourdes em Governador Valadares. É a famosa passagem do pedido da mãe dos filhos do Zedebeu encontrada no capítulo vinte de São Mateus (Mt 20, 17-28).

Que Evangelho é esse e que tem o sabor do dia-à-dia? Será que um só Evangelho tem este sabor? Dia-a-dia de quem?

São tantas as perguntas – válidas – que podem ser feitas diante do título. Antes de tudo, eu quero confirmar que estou falando do meu dia-a-dia; do que estou experimentando, ouvindo e testemunhando aqui no meu novo serviço como vigário paroquial. O que é tão comum assim neste trecho do Evangelho de Mateus? É o fato de Jesus levar consigo os dozes? Nada disso! Eles eram os seus companheiros mais fiéis (infiéis também). É o anuncio da sua morte? Será que foi a reação dos outros discípulos ao ouvir a resposta de Jesus ao pedido da mãe dos filhos do Zebedeu? Ou o pedido mesmo? Será? Em que este pedido foi tão especial, considerando que foram tantos os pedidos feitos ao longo da caminhada de Jesus? Qual é a resposta?

A resposta tem um aspecto de cada uma destas interrogações. É verdade que a resposta de Jesus deixou claro que o seu Reino é bem diferente das nossas concepções e dos nossos planos. Claro que o pedido das mães dos filhos do Zebedeu deixou os outros discípulos com muita raiva, mas o meu foco esta num outro aspecto do pedido.

Qual mãe não deseja o melhor para o seu filho? Como padre, eu não consegue mais contar quantas vezes ao dia as mães me pediram de lembrar o seu filho ou sua filha nas minhas humildes orações cotidianas. Qual mãe cristã nunca fez este mesmo pedido? Qual mãe cristã nunca fez uma oração parecida com a da mãe dos filhos do Zebedeu? Talvez as palavras usadas no contexto de hoje não sejam as mesmas literalmente, mas a intenção é a mesma: Querer o melhor para a sua família.

Que belo exemplo!

Agradeço a Deus pela ousadia desta mulher que, sem saber o que estava pedindo, nos deu a melhor orientação para a nossa oração diária.

Neste tempo da Quaresma, tempo de jejum, de esmola e de oração saibamos imitar esta mulher, procurando o melhor para nós e para as nossas famílias. Que nunca deixamos de andar na companhia de Jesus. Que procuremos sempre estar ao lado Dele. Que o exemplo da mãe dos filhos do Zebedeu nos ajude a rezar de verdade: Querer estar ao lado do Senhor, na sua presença. Isso nos basta! Isso é oração.

Pe R. André ALcinéus, CSSp

 
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Publicado por em março 4, 2010 em Au jour le jour

 

We Are The World 25 For Haiti – Official Video

Em nome do meu povo coloquei este video para cantar a vida e a esperança. Um abraço.

 

 
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Publicado por em fevereiro 13, 2010 em Au jour le jour

 

Bufalos x Leoes Uma mensagem para hoje

  Citação

YouTube – Bufalos x Leoes a melhor mensagem
O bufalozinho pelo que parece não morre, não da pra ver, os bufalos não matam os leões. Apenas assista! Búfalos e Leões, motivação, briga, caçada, caça e liderança o importante sobre um trabalho em equipe. A solidariedade. Obrigado mãe natureza por mais esta lição de vida!

 
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Publicado por em dezembro 18, 2009 em Au jour le jour

 

No dia do Rei do universo uma homenagem para a verdade…

Gente, venho vos lembrar que amanha dia 22 de novembro de 2009, solenidade do Cristo Rei, encerramos o ano B da caminhada litúrgica. Este ano o 34 domingo comum coincidiu-se com o dia em que se comemora normalmente santa Cecília, padroiera da música sacra e dos músicos em geral. Meditando sobre as palavras do Evangelho da festa de amanha (João 18, 33b-37) e fui tocado particularmente pelo último versículo. Jesus indicou claramente que para ser cidadão do seu Reino a nossa carteira tem que ter a marca da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz (Jo 18, 37).
O tema da verdade é muito amplo. Recentemente eu tive uma experiência marcante sobre este assunto que eu quero partilhar com vocês amigos.
 
Após a leitura do texto seguinte, gostaria de receber a sua opinião: O que você esta escutando nestes momentos? Qual música está mexendo mais contigo? Um abraço…
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Música. Música da minha vida.

 

Que título é esse?

Música?

É isso mesmo?

É disso que eu queria falar mesmo?

 

Eu não sei não, mas eu quero partilhar com vocês uma experiência particular e única que vivi nestes últimos dias durante um encontro de preparação para o sacramento da Crisma na comunidade N.S da Conceição (Bairro Guanabara, Contagem, MG).

 

Três semanas atrás, me foi feito um convite para ir conversar com os adolescentes e jovens da turma da Crisma sobre o tema da música: O que estamos escutando? Porque? Na verdade a proposta de trabalho que eu fiz para este dia era de envolver cada participante. Foi simples: Cada jovem (adolescente) deverá pesquisar o seu estilo de música e no seu repertório de canções favoritas escolherá uma música que será apresentada aos outros. Em seguida, cada um destacará o porquê e as razões da escolha de tal particular música.

 

Podemos imaginar a dificuldade tanto para alguns fazerem a sua escolha quanto para outros frisarem as razões que motivam que alguém escuta e gosta tal particular tipo de música. A dificuldade maior não era tão a escolha, mas como fazer para escolher somente uma música. Normal porque hoje a tendência é que as pessoas sejam mais ecléticas quando é questão de apreciação musical. Eu não quero dizer que em outros momentos da história éramos mais conservadores. Não. Nada disso. Parece-me que hoje em dia tudo seja ditado pelo momento, pela mídia e pelo sucesso popular. A música de Regis Danese (Faz um milagre em mim) faz bem este papel. Estou falando de um verdadeiro sucesso popular e sem barreiras. É impressionante como esta música entrou naturalmente em todos os ambientes do nosso Brasil!

 

Voltamos ao nosso assunto. Qual foi está experiência tão singular que vale a pena escrever um texto? Eu não sei se isso já aconteceu com vocês, mas naquele encontro com os jovens e adolescentes eu fui mais ensinado pelos meus interlocutores convocados para me escutar. Eu preparei direitinho o meu assunto para passar algo para os jovens e adolescentes, mas o meu próprio ensinamento voltou para mim. Fui ao mesmo tempo aluno e professor. Um pouco mais aluno, digamos.

 

Durante a conversa inaugural da minha apresentação eu perguntei se alguém queria partilhar sobre a sua compreensão da existência ou não de uma música sagrada e uma música profana (do mundo como se ouve mais freqüentemente)? Com certeza eu tinha a minha resposta, mas não esperava que seja divulgada com tanta precisão por alguém, aparentemente sem muita grande experiência e cultura musical e religiosa. Uma jovem (de 15 anos) levantou a mão e com as seguintes palavras disparou:

 

“ Eu não sei não padre, para mim não existe essa coisa de música sagrada ou do mundo. O que existe é música, algo ao mesmo tempo agradável e misterioso. Você já parou para pensar como com alguns toques, algumas batidas, um sopro bastam para mexer com todo o nosso ser?”

 

Como assim, desafiei?

 

“Na verdade, falou ela, eu acho que precisamos hoje parar de confundir música e conjunto de sons (pode ser qualquer tipo). Para mim, acrescentou, música é linguagem. Para falar de música, precisamos de melodia (algo agradável, que não agride), consistência (é como os nossos famosos caldos servidos nos períodos de frio aqui em Minas, disse ela)e emoção (que isso mexe com a gente).”

 

“É por isso, concluiu ela, música é música porque é sempre portadora de uma mensagem misteriosa que fala ao coração.”

 

Você quer dizer que isso acontece com qualquer tipo de música, perguntei de novo para ela?

 

Absoluta, confirmou ela, antes de afirmar com mais força: “é este poder de falar ao coração que faz com que uma música será eterna ou não. Com uma música somos capaz de declarar o nosso amor, de protestar, de elogiar ou simplesmente de rezar. Não é por isso que se fala do canto como uma dose dupla de oração: canta bem é rezar duas vezes?”

 

Depois deste último argumento eu nem quis perguntar mais nada. Não tinha mais nada para pergunta se não meditar sobre estas palavras tão fortes e sábias saindo de uma boca tão adolescente. De fato, nem falei nada do que eu preparei. Somente convidei toda a turma a comentar comigo as músicas que eu tinha escolhido para o encontro. Surpresa! Ao terminar de comentar, como para me ajudar a exprimir o que eu estava sentindo naquele momento o resto da turma explodiu com uma demorada salva de palmas. Com certeza não foi para mim. Eu só poderia agradecer a turma por ter me ajudado a reconhecer a profundeza da reflexão da minha coadjuvante ocasional.

 

O meu objetivo nesta pequena partilha não foi discursar ou apresentar uma nova definição do que é música. Com certeza muitos outros aspectos são esquecidos nesta nossa conversa, mas eu queria dizer para vocês como alguém me ajudou a compreender o efeito da música na vida de cada um de nós. Por isso é bom ter consciência do que estamos escutando. O que estamos querendo dizer com as músicas que escutamos?

 

Diga-me o que você escuta e te direi quem é você?

 

Pe R. André Alcinéus, CSSp

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Não esqueça, deixe o seu recado: Qual é a sua música?
 
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Publicado por em novembro 22, 2009 em Au jour le jour

 

300 anos de intercessão espiritana

Cláudio F. Poullart Des Places, Rogai por nós..
 
Venho convidar a todos vocês meus amigos e companheiros na caminhada para fazermos uma corrente de oração em favor de todos que deram e continuando dando as suas vidas pela causa do Evangelho. Que o Deus da vida possa derramar a sua força nos coraçãos destes homens e mulheres apaixonados pela vida.
 
E porque este pedido? E porque hoje?
 
É simples… Hoje, 02 de Outubro de 2009 marca 300 anos desde que o primeiro fundador dos missionários espiritanos (Congregação do Espírito Santo, do qual sou membro), Cláudio F. Poullart Des Places voltou para a casa do Pai Eterno. Em 1709, com somente 30 anos e 7 mêses, Poullart se tornou mais um defensor-intercessor da nossa fé.
 
02/10/1709-02/10/2009: 300 anos de intercessão espiritana..
 
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Publicado por em outubro 2, 2009 em Au jour le jour

 

E se exagerássemos um pouquinho falando de Jesus?…

Que título mais esquisito! Venho mais uma vez atrapalhar com um pedido. Gostaria de convidar vocês meus amigos a entrar na onda. Que onda? Eu vou lhe dizer..
 
Estou diante do texto do Evangelho da liturgia de hoje (Sexta feira 25 de Setembro de 2009) tirado dos versículos 18 a 25 do capítulo 9 do Evangelho de São Lucas. Quero atrair atenção sobre a segunda pergunta de jesus aos discipulos: "E vós quem dizeis que eu sou?".
 
Você já reparou com que facilidade a gente fala (especialmente mal) dos outros? Parece que as palavras vem mais rapidamente e mais naturalmente quando é de difamar outro? Porque isso? Já aconteceu com você, algumas vezes?
 
Sabe o que mais chama atenção é que muitas vezes falando dos outros falamos, com certeza, algumas verdades sim, mas na maioria das vezes exageramos muito. Não é verdade?
 
Imagine a mesma coisa a respeito de Jesus. E se tivéssemos a mesma naturalidade para falar de Jesus? (até para responder a sua pergunta, imagina isso…)
 
E se recuperássemos a nossa mesma naturalidade?
 
E se exagerássemos falando de Jesus? Não fará nenhum mal a ninguém.. Eu acho. E você, o que você acha?
 
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Publicado por em setembro 25, 2009 em Notícias