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Arquivo mensal: março 2011

“RE”-Saborear…

Dom Oscar Romero

Oi amigos,
Eu não tive muito tempo para olhar se existe uma forma “reflexiva” do verbo “Saborear” no sentido de dizer saborear de novo, por isso eu coloquei parte da radical da palavra em destaque. Na verdade eu queria atrair atenção sobre um texto do meu blog que escrevi o ano passado quase na mesma época. Como eu gostaria que fosse hoje!

Na vespera do 31 aniversário do martírio do Óscar Arnulfo Romero Galdámez , conhecido como Monsenhor Romero, (Ciudad Barrios, San Miguel, 15 de agosto de 1917 — San Salvador, 24 de março de 1980) venho vos lembrar da importância de sempre resgatar o nosso passado. Não faz mal, de vez em quando, voltar atrás… Boa leitura…
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Um Evangelho ao sabor do dia-a-dia (publicado no dia de 4 março de 2010)

Oi minha gente,

neste tempo de Quaresma, venho partilhar mais uma reflexão com vocês. Eu quero em primeiro momento avisar que foi escrita de modo rápido e sem grandes pretensões teológicas. Eu a coloquei aqui para valorizar uma forma da oração quaresmal verdadeira. Boa leitura e como sempre, aguardo as reações de vocês, viu…

Boa caminhada quaresmal…———————————————
Um Evangelho ao sabor do dia-à-dia…

Quarta-feira, dia 3 de março de 2010. São vinte e uma horas e trinta minutos. Acabei de chegar para a casa paroquial. Após a minha última obrigação pastoral do dia, me encontrei no silêncio do meu quarto para reorientar as atividades do meu amanha. (silêncio! Só pelo fato de que acabei de chegar, porque na verdade sempre gostei de uma música de fundo.) Foi então que deparei com a frase que é o título desta partilha. Estava escrita na primeira página da liturgia diária, como uma maneira de atrair a minha atenção.

O Evangelho que estou falando é Aquele que o Diácono acabou de proclamar durante a Santa Missa na Comunidade Mãe de Deus da paróquia de Lourdes em Governador Valadares. É a famosa passagem do pedido da mãe dos filhos do Zedebeu encontrada no capítulo vinte de São Mateus (Mt 20, 17-28).

Que Evangelho é esse e que tem o sabor do dia-à-dia? Será que um só Evangelho tem este sabor? Dia-a-dia de quem?

São tantas as perguntas – válidas – que podem ser feitas diante do título. Antes de tudo, eu quero confirmar que estou falando do meu dia-a-dia; do que estou experimentando, ouvindo e testemunhando aqui no meu novo serviço como vigário paroquial. O que é tão comum assim neste trecho do Evangelho de Mateus? É o fato de Jesus levar consigo os dozes? Nada disso! Eles eram os seus companheiros mais fiéis (infiéis também). É o anuncio da sua morte? Será que foi a reação dos outros discípulos ao ouvir a resposta de Jesus ao pedido da mãe dos filhos do Zebedeu? Ou o pedido mesmo? Será? Em que este pedido foi tão especial, considerando que foram tantos os pedidos feitos ao longo da caminhada de Jesus? Qual é a resposta?

A resposta tem um aspecto de cada uma destas interrogações. É verdade que a resposta de Jesus deixou claro que o seu Reino é bem diferente das nossas concepções e dos nossos planos. Claro que o pedido das mães dos filhos do Zebedeu deixou os outros discípulos com muita raiva, mas o meu foco esta num outro aspecto do pedido.

Qual mãe não deseja o melhor para o seu filho? Como padre, eu não consegue mais contar quantas vezes ao dia as mães me pediram de lembrar o seu filho ou sua filha nas minhas humildes orações cotidianas. Qual mãe cristã nunca fez este mesmo pedido? Qual mãe cristã nunca fez uma oração parecida com a da mãe dos filhos do Zebedeu? Talvez as palavras usadas no contexto de hoje não sejam as mesmas literalmente, mas a intenção é a mesma: Querer o melhor para a sua família.

Que belo exemplo!

Agradeço a Deus pela ousadia desta mulher que, sem saber o que estava pedindo, nos deu a melhor orientação para a nossa oração diária.

Neste tempo da Quaresma, tempo de jejum, de esmola e de oração saibamos imitar esta mulher, procurando o melhor para nós e para as nossas famílias. Que nunca deixamos de andar na companhia de Jesus. Que procuremos sempre estar ao lado Dele. Que o exemplo da mãe dos filhos do Zebedeu nos ajude a rezar de verdade: Querer estar ao lado do Senhor, na sua presença. Isso nos basta! Isso é oração.

Pe R. André ALcinéus, CSSp

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Publicado por em março 23, 2011 em Notícias

 

No dia da Água, falar dos direitos humanos..

Oi minha gente,

Como vai hoje? Espero que tudo esteja bem com todos vocês. Neste dia, 22 de Março de 2011, mundial da água decidi publicar um velho (bem conhecido, não sei não) documento das Nações Unidas. Eu poderia lembrar também o tema da Campanha da Fraternidade deste Ano (CF 2011: Fraternidade e Vida no Planeta), mas decidi fazer isso para não perder a memória e lembrar que é sempre bom voltar atrás na história para melhor orientar o futuro (melhor dizer, o dia de hoje)… Boa degustação….———————————-

Não esqueça de deixar o seu comentário viu….

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Source: United Nations Information Centre, Portugal

Preâmbulo
Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo;

Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos do Homem conduziram a actos de barbárie que revoltam a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os seres humanos sejam livres de falar e de crer, libertos do terror e da miséria, foi proclamado como a mais alta inspiração do Homem;

Considerando que é essencial a proteção dos direitos do Homem através de um regime de direito, para que o Homem não seja compelido, em supremo recurso, à revolta contra a tirania e a opressão;

Considerando que é essencial encorajar o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações;

Considerando que, na Carta, os povos das Nações Unidas proclamam, de novo, a sua fé nos direitos fundamentais do Homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres e se declaram resolvidos a favorecer o progresso social e a instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla;

Considerando que os Estados membros se comprometeram a promover, em cooperação com a Organização das Nações Unidas, o respeito universal e efectivo dos direitos do Homem e das liberdades fundamentais;

Considerando que uma concepção comum destes direitos e liberdades é da mais alta importância para dar plena satisfação a tal compromisso:

A Assembléia Geral proclama a presente Declaração Universal

dos Direitos Humanos

como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os orgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades e por promover, por medidas progressivas de ordem nacional e internacional, o seu reconhecimento e a sua aplicação universais e efectivos tanto entre as populações dos próprios Estados membros como entre as dos territórios colocados sob a sua jurisdição.

Artigo 1°
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.

Artigo 2°
Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação. Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autônomo ou sujeito a alguma limitação de soberania.

Artigo 3°
Todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

Artigo 4°
Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o trato dos escravos, sob todas as formas, são proibidos.

Artigo 5°
Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.

Artigo 6°
Todos os indivíduos têm direito ao reconhecimento, em todos os lugares, da sua personalidade jurídica.

Artigo 7°
Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual protecção da lei. Todos têm direito a protecção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.

Artigo 8°
Toda a pessoa tem direito a recurso efectivo para as jurisdições nacionais competentes contra os actos que violem os direitos fundamentais reconhecidos pela Constituição ou pela lei.

Artigo 9°
Ninguém pode ser arbitrariamente preso, detido ou exilado.

Artigo 10°
Toda a pessoa tem direito, em plena igualdade, a que a sua causa seja equitativa e publicamente julgada por um tribunal independente e imparcial que decida dos seus direitos e obrigações ou das razões de qualquer acusação em matéria penal que contra ela seja deduzida.

Artigo 11°
1.Toda a pessoa acusada de um acto delituoso presume-se inocente até que a sua culpabilidade fique legalmente provada no decurso de um processo público em que todas as garantias necessárias de defesa lhe sejam asseguradas.
2.Ninguém será condenado por acções ou omissões que, no momento da sua prática, não constituíam acto delituoso à face do direito interno ou internacional. Do mesmo modo, não será infligida pena mais grave do que a que era aplicável no momento em que o acto delituoso foi cometido.
Artigo 12°
Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ou ataques toda a pessoa tem direito a protecção da lei.

Artigo 13°
1.Toda a pessoa tem o direito de livremente circular e escolher a sua residência no interior de um Estado.
2.Toda a pessoa tem o direito de abandonar o país em que se encontra, incluindo o seu, e o direito de regressar ao seu país.
Artigo 14°
1.Toda a pessoa sujeita a perseguição tem o direito de procurar e de beneficiar de asilo em outros países.
2.Este direito não pode, porém, ser invocado no caso de processo realmente existente por crime de direito comum ou por actividades contrárias aos fins e aos princípios das Nações Unidas.
Artigo 15°
1.Todo o indivíduo tem direito a ter uma nacionalidade.
2.Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua nacionalidade nem do direito de mudar de nacionalidade.
Artigo 16°
1.A partir da idade núbil, o homem e a mulher têm o direito de casar e de constituir família, sem restrição alguma de raça, nacionalidade ou religião. Durante o casamento e na altura da sua dissolução, ambos têm direitos iguais.
2.O casamento não pode ser celebrado sem o livre e pleno consentimento dos futuros esposos.
3.A família é o elemento natural e fundamental da sociedade e tem direito à proteção desta e do Estado.
Artigo 17°
1.Toda a pessoa, individual ou colectiva, tem direito à propriedade.
2.Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua propriedade.
Artigo 18°
Toda a pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, assim como a liberdade de manifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos.

Artigo 19°
Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e idéias por qualquer meio de expressão.

Artigo 20°
1.Toda a pessoa tem direito à liberdade de reunião e de associação pacíficas.
2.Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.
Artigo 21°
1.Toda a pessoa tem o direito de tomar parte na direcção dos negócios, públicos do seu país, quer directamente, quer por intermédio de representantes livremente escolhidos.
2.Toda a pessoa tem direito de acesso, em condições de igualdade, às funções públicas do seu país.
3.A vontade do povo é o fundamento da autoridade dos poderes públicos: e deve exprimir-se através de eleições honestas a realizar periodicamente por sufrágio universal e igual, com voto secreto ou segundo processo equivalente que salvaguarde a liberdade de voto.
Artigo 22°
Toda a pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social; e pode legitimamente exigir a satisfação dos direitos econômicos, sociais e culturais indispensáveis, graças ao esforço nacional e à cooperação internacional, de harmonia com a organização e os recursos de cada país.

Artigo 23°
1.Toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à protecção contra o desemprego.
2.Todos têm direito, sem discriminação alguma, a salário igual por trabalho igual.
3.Quem trabalha tem direito a uma remuneração equitativa e satisfatória, que lhe permita e à sua família uma existência conforme com a dignidade humana, e completada, se possível, por todos os outros meios de protecção social.
4.Toda a pessoa tem o direito de fundar com outras pessoas sindicatos e de se filiar em sindicatos para defesa dos seus interesses.
Artigo 24°
Toda a pessoa tem direito ao repouso e aos lazeres, especialmente, a uma limitação razoável da duração do trabalho e as férias periódicas pagas.

Artigo 25°
1.Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade.
2.A maternidade e a infância têm direito a ajuda e a assistência especiais. Todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimônio, gozam da mesma protecção social.
Artigo 26°
1.Toda a pessoa tem direito à educação. A educação deve ser gratuita, pelo menos a correspondente ao ensino elementar fundamental. O ensino elementar é obrigatório. O ensino técnico e profissional dever ser generalizado; o acesso aos estudos superiores deve estar aberto a todos em plena igualdade, em função do seu mérito.
2.A educação deve visar à plena expansão da personalidade humana e ao reforço dos direitos do Homem e das liberdades fundamentais e deve favorecer a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e todos os grupos raciais ou religiosos, bem como o desenvolvimento das actividades das Nações Unidas para a manutenção da paz.
3.Aos pais pertence a prioridade do direito de escholher o género de educação a dar aos filhos.
Artigo 27°
1.Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam.
2.Todos têm direito à protecção dos interesses morais e materiais ligados a qualquer produção científica, literária ou artística da sua autoria.
Artigo 28°
Toda a pessoa tem direito a que reine, no plano social e no plano internacional, uma ordem capaz de tornar plenamente efectivos os direitos e as liberdades enunciadas na presente Declaração.

Artigo 29°
1.O indivíduo tem deveres para com a comunidade, fora da qual não é possível o livre e pleno desenvolvimento da sua personalidade.
2.No exercício deste direito e no gozo destas liberdades ninguém está sujeito senão às limitações estabelecidas pela lei com vista exclusivamente a promover o reconhecimento e o respeito dos direitos e liberdades dos outros e a fim de satisfazer as justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar numa sociedade democrática.
3.Em caso algum estes direitos e liberdades poderão ser exercidos contrariamente e aos fins e aos princípios das Nações Unidas.
Artigo 30°
Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada de maneira a envolver para qualquer Estado, agrupamento ou indivíduo o direito de se entregar a alguma actividade ou de praticar algum acto destinado a destruir os direitos e liberdades aqui enunciados.

 
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Publicado por em março 22, 2011 em Notícias

 

Naceu mais um na Família JEM

O Rio de Janeiro acolheu, neste último fim de semana (25, 26, 27 de fevereiro de 2011) a caravana da JEM (Juventude Espiritana Missionária). Trinta e dois (32) jovens participaram do 3o CDL Espiritano que aconteceu na Paróquia São Cristovão de Cabo Frio. Além de jovens das duas paróquias espiritanas de Cabo Frio (São Cristovão e Nossa Senhora da Esperança), o Curso também contou com a presença de jovens das Paróquias Cristo Libertador de Angra dos Reis e Nossa Senhora das Graças de Muriqui.

O CDL Espiritano é uma leve adaptação do renomado Curso de Dinâmica para Lideres (CDL) promovido pelo CCJ (Centro de Capacitação da Juventude). Utilizamos a metodologia do CDL porque acreditamos que é uma ferramenta pedagógica eficaz que favorece o papel protagonista do jovem no processo de evangelização e da construção do seu projeto de vida. O principal objetivo destes encontros é ajudar os jovens a conhecer melhor a historia e o carisma dos missionários espiritanos que servem as suas comunidades eclesiais. Esperamos que os jovens, depois de cada curso, sejam os futuros multiplicadores do curso e se interessem mais pela Congregação do Espírito Santo. O que queremos é formar multiplicadores de multiplicadores e uma verdadeira rede de jovens interessados na historia, na missão e no carisma da nossa Congregação. Não queremos um jeito novo de ser grupo de jovens ou tirar os jovens dos seus grupos existentes, mas convidá-los a introduzir a missionariedade como um elemento no seu processo formativo.

O curso que já tinha acontecido em Governador Valadares (MG) e em São Paulo (SP) o ano passado chegou desta vez no Rio com uma equipe formada pelo padre André (Coordenador da JEM), a Irmã Francisca (espiritana), Lucas e Renato (estudantes espiritanos)e Ana Paula (Leiga Espiritana). Como sempre contamos com o apoio logístico do Centro de Capacitação da Juventude (CCJ). O padre Francisco, pároco de São Cristovão, fez questão de coordenar pessoalmente a equipe de infra e de acolhida para que tudo seja previsto e preparado. A turma do Rio nos recebeu muito bem e o Curso aconteceu com o mesmo espírito alegre, descontraído e dinâmico sem deixar de ser um encontro sério de comprometimento, de reflexão e de oração. Não podemos deixar de parabenizar o padre Dionísio que nos visitou duas vezes no sábado e no domingo para o Almoço. Tudo isso nos faz sentir na pele a dimensão do “cor unum…” A JEM é o filho mais novo da grande família espiritana da UCAL que não pode parar de crescer e de se fortalecer. “Se a Juventude viesse a faltar, o rosto de Deus iria mudar…”

Ainda estão nos planos formar lideranças em Ceilandia-DF, São Paulo (zona leste), Amazonas e Acre.

Fotos em breve no skydrive. Algumas fotos já estão disponíveis no orkut (jemcssp) e no facebook (jemcssp). Para visualizar as fotos, clique no link a seguir: http://www.espiritanosbrasil.org/fotos.php?op=MostraAlb&idAlb=26ec1089482fa5eef82074a59624d343

Pe R. André, CSSp

 
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Publicado por em março 2, 2011 em Notícias